segunda-feira, 27 de abril de 2009

Apresentação em Lisboa











Fotos da excelente apresentação do livro "Senhores da Vida e da Morte" na Ler Devagar a 24 de Abril de 2009.

Uma brilhante apresentação do Comendador António Laranjo, que ao "entrar" dentro do livro, sentiu-o, viveu-o e exprimiu-o como ninguém. Foram momentos intensos os que se viveram na Ler Devagar, através das suas palavras, que chegou a referir " Fiquei ansioso porque o livro estava a chegar ao fim, porque sentia esse fim que eu queria que não chegasse". Deixou a forte convicção que estamos perante um livro forte de Vida, cheio de sentimentos, um livro em que ninguém vai ficar indiferente e é de leitura obrigatória. 
Agora segue-se Viseu a 3 de Maio, aqui apenas com a presença do autor e do editor/ Escritor Luis Miguel Rocha, na Fnac de Viseu.

Ao Amigo António Laranjo deixo-lhe a minha palavra Amiga, de admiração pela sua Grande Humanidade, de partilha da sua forte convicção de um Mundo melhor, e de cumplicidade na vontade de Acreditar que o Amanhã será sempre melhor.
Obrigado Amigo Laranjo pela sua Amizade.
Carlos Almeida



quarta-feira, 22 de abril de 2009

Chegou a Hora da Vida!

"Luísa encontra-se diante de todos com as lágrimas nos

olhos. Eles aguardam serenamente as suas palavras. São

momentos em que o tempo quer parar, momentos em

que a vida dá lugar a um falso silêncio. A sua voz está

tremida, com as palavras a enrolarem-se na garganta.

Treme as mãos. Tem o olhar fixado num papel. Todos se

mantêm calados, pois sabem que é importante que ela

consiga ter a coragem de falar, de abrir os pensamentos

e partilhá-los. Afinal é por isso que eles ali estão. A terapeuta

decide tocar-lhe no ombro, deixando ficar a mão

como sinal de confiança. Entretanto, a porta dos fundos

abre-se. O olhar de Luísa é desviado para junto dessa

mesma entrada. É o Dr. Álvaro. Aproxima-se, pedindo

desculpas pelo atraso. A terapeuta pega numa cadeira e

coloca-a junto a Luísa. O médico senta-se e dá-lhe amão.

Ela sente-se mais aconchegada, mais firme. Nesse instante,

parece que o rio das frases brota da boca dela."

domingo, 19 de abril de 2009

Chegada ou Partida?



Afinal o que esperamos na Vida? Uma chegada ou uma partida?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

Palavras para quê?




Esta pequena curta-metragem ganhou o Festival Tropfest, na Austrália. Sabem qual foi a câmara de filmar? Um telemovel. E o orçamento? Cerca de 30 euros... é feito de simplicidade e sabedoria. E afinal a Vida, toda ela, também se diz.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

quarta-feira, 8 de abril de 2009

“Os Senhores da Vida e da Morte” (Mill-Books), de Carlos Almeida, chega a 23 de Abril

08/04/2009 · Nenhum Comentário


A 23 de Abril chega às livrarias o romance do português Carlos Almeida “Os Senhores da Vida e da Morte”, editado pela Mill-Books. O romance tem a particularidade de surgir em duas capas distintas: edição Senhores da Morte (tem dois corvos) e a edição Senhores da Vida (ilustrada com mãos).

A sessão de lançamento será na livraria Ler Devagar (LX Factory, Alcântara, Lisboa), às 19h00, estando a apresentação do livro a cargo do comendador António Laranjo.

Esta obra, densa e intensa e apresentada em forma de mosaico de vidas, lança uma série de questões: “Mas afinal onde começa a vida e onde acaba? E onde a nasce a morte? Afinal será este corpo o todo da vida ou seremos muito mais do que a sua simples existência? E onde começam a fronteiras mais verdadeiras do nosso pensamento? A moral, a religião, a ética, o direito à morte, o direito à vida, a eutanásia…? Será que a eutanásia se resume às leis escritas ou também se rege pela lei mais frontal de todas, a da consciência? E onde termina o domínio da religião para explicar o sofrimento? E o medo de perdermos alguém poderá provocar-nos o medo de viver? Até onde os medos nos podem condicionar a vida?”

E, lembra, também: “É sempre cedo demais para se morrer, mas nunca é tarde demais para se começar a viver.”

in Porta_livros, um blog de Rui Azeredo. http://portalivros.wordpress.com/

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Dia 1. Um Poema.

A morte nada é.

Eu apenas estou do outro lado

Eu sou eu, tu és tu.

Aquilo que éramos um para o outro

Continuamos a ser.

Chama-me como sempre me chamaste.

Fala-me como sempre me falaste.

Não mudes o tom da tua voz,

Nem faças um ar solene ou triste.

Continua a rir daquilo que juntos nos fazia rir.

Brinca, sorri, pensa em mim,

Reza por mim.

Que o meu nome seja pronunciado em casa

Como sempre foi;

Sem qualquer ênfase,

Sem qualquer sombra.

A vida significa o que sempre significou.

Ela é aquilo que sempre foi.

O ‘fio’ não foi cortado.

Porque é que eu, estando longe do teu olhar,

Estaria longe do teu pensamento?

Espero-te, não estou muito longe,

Somente do outro lado do caminho.

Como vês, tudo está bem.


Henry Scoot Holland