segunda-feira, 6 de julho de 2009

A Revolta dos...



"- Fala-me de Deus, Avhram.
- Falar de Deus? Não podemos falar de quem não tem cara de Humano, corpo de animal, voz racional. Falar de Deus é abraçares o infinito das coisas, se conseguires ter braços para tal, então vais conseguir senti-lo.
- Mas os meus braços são pequenos.
- Os teus braços não terminam no que vês. (...)"


Proximamente num livro perto de vocês...mas tenho de ter tempo primeiro. Mas vai chegar uma Revolta como vocês nunca imaginaram existir.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Tributo!



A morte nada é.

Eu apenas estou do outro lado

Eu sou eu, tu és tu.

Aquilo que éramos um para o outro

Continuamos a ser.

Chama-me como sempre me chamaste.

Fala-me como sempre me falaste.

Não mudes o tom da tua voz,

Nem faças um ar solene ou triste.

Continua a rir daquilo que juntos nos fazia rir.

Brinca, sorri, pensa em mim,

Reza por mim.

Que o meu nome seja pronunciado em casa

Como sempre foi;

Sem qualquer ênfase,

Sem qualquer sombra.

A vida significa o que sempre significou.

Ela é aquilo que sempre foi.

O ‘fio’ não foi cortado.

Porque é que eu, estando longe do teu olhar,

Estaria longe do teu pensamento?

Espero-te, não estou muito longe,

Somente do outro lado do caminho.

Como vês, tudo está bem.

Henry Scott Holland.